Feng Shui - Cristais

Feng Shui usa cristais para energizar e harmonizar ambientes

Os cristais e pedras sempre fascinaram o homem pela beleza e energia que carregam. Por causa de sua energia natural, muitos terapeutas holísticos usam os cristais em sessões de cromoterapia e massagem para harmonizar e renovar as energias de seus clientes. Da mesma forma que os homens, os cristais trocam energia, ou seja, emitem e recebem continuamente.

No Feng Shui, é cada vez mais comum usar os cristais para energizar e harmonizar os ambientes. Um cristal de quarto branco é um tipo de cristal "coringa". Além de energizar o ambiente, ele também pode absorver muita energia negativa. A turmalina preta e ônix também absorvem as más energias.

No quarto de casal, é muito bom ter cristal de quarto rosa e uma ametista, para reforçar a atmosfera de amor e romance. Quando ativamos os setores do Ba-Gua (mapa de energia), podemos usar cristais para cada setor:

Trabalho: é regido pelo elemento água e sua cor azul. Podemos ativar esse setor com os cristais água marinha, lápis lazúli ou turmalina azul. Podemos colocar também uma pirita, que simboliza a riqueza de nosso trabalho. O diopsidio também pode ser usado porque é uma pedra que traz concretização profissional e comercial.

Espiritualidade: a pedra mais usada para esse setor é a ametista, pois simboliza o terceiro olho. Ativa a intuição e é uma ótima pedra para a meditação. Podemos também usar o cristal de quartzo, que simboliza a pedra da clarividência, sabedoria e misticismo.

Família: é regido pelo elemento madeira e pelas cores verde e azul. Podemos ativar esse setor com as pedras lápis lazúli, quartzo verde, turmalina verde e quarto azul.

Prosperidade: as cores que predominam nesse setor são o vermelho, o lilás, o amarelo, o dourado, o laranja e o verde. Com essa variedade de cores, podemos usar uma boa quantidade de pedras para ativar este setor, como pirita, turquesa, granada, água marinha, cirino, esmeralda, turmalina verde e quarto verde.

Sucesso: esse setor está associado ao elemento fogo e as suas cores são o vermelho, o amarelo, o laranja e o dourado. Podemos ativar esse setor com as pedras granada, esmeralda, ceferino, safira, turquesa e pirita.

Amor: os cristais mais usados para ativar esse setor são a turmalina rosa, quarto rosa e o quarto branco - associados às cores do amor. A pedra da lua também pode ser usada nesse setor com muito sucesso. Por ser vermelha, a granada ativa as paixões.

Filhos e setor da criatividade: podemos ativar essa área com o cristal de quarto, pois a cor que predomina é o branco. O ceferino pode ser usado para ativar a criatividade. A soldalita fortalece a comunicação e criatividade e a opala é uma ótima opção para o crescimento das crianças.

Amigos: use a pedra feldspato, que fortalece a comunicação e as amizades. O cristal de quarto e o quarto rosa favorecem os relacionamentos.

Saiba como limpar e renovar a energia dos cristais
Um cristal num ambiente, com o tempo, irá ficar saturado de energias negativas. Logo, será necessário fazer uma limpeza e depois energizá-lo.

Já comece a limpeza logo que ganhar ou comprar um cristal novo. Purifique, limpe e energize o cristal antes de usar. Este ritual de limpeza deve ser feito mensalmente com os cristais que já usamos.

Entre as muitas formas de limpeza de um cristal, uma das mais comuns é deixá-lo mergulhado em uma vasilha de vidro ou cerâmica, com água e sal grosso por 24 horas. Depois, banhe-o em água corrente por alguns minutos, completando assim o processo de limpeza.

Outra forma é deixá-lo ao lado de um incenso aceso (arruda, mirra ou alecrim). A chuva e o sol são outras fontes de limpeza.









read more

Projetos - Closet

Aqui estão alguns modelos de closet que desenvolvi para alguns clientes.
Os tamanhos, divisões, cores e acabamentos são de gosto pessoal de cada um, mas não podemos esquecer da real função de armários e closets, que é de organizar e guardar nossas roupas. Não  podemos esquecer de espaços para cabides, roupas e vestidos longos, gavetas para roupa intimas, prateleiras, gavetas com divisões para joias, oculos de sol, gravatas e cintos. Ainda podemos ter espelhos, caixas para maquiagens, cofres, etc.





read more

Design Brasileiro - Sergio Rodrigues

Sergio Rodrigues

"De todos os designers brasileiros Sergio Rodrigues talvez seja o mais
profundamente comprometido com os valores e materiais da terra, tendo se arraigado definitivamente a formas e padrões de nossa cultura."
Maria Cecília Loschiavo dos Santos
Filósofa, pesquisadora de Mobiliário Brasileiro na Faculdade de
Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo


Desde garoto Sergio se apaixonou pelos trabalhos de marcenaria, artesanato e madeira. Como estudante da Faculdade Nacional de Arquitetura, acompanhou o grande desenvolvimento da arquitetura brasileira, sempre notando a nítida defasagem que existia entre a obra arquitetônica e os equipamentos de interiores. Visando compreender as razões desse fenômeno, aprofundou-se em estudos sobre a evolução do mobiliário contemporâneo, tendo sido convidado, em 1949, à assistência de cátedra de Composição Decorativa (ambientação de interiores) como auxiliar de ensino. Ao iniciar sua profissão foi contratado pelo Governo do Estado do Paraná para participar com outros três arquitetos cariocas, do projeto do Centro Cívico de Curitiba (seu primeiro trabalho como arquiteto . ainda não diplomado). Diplomado em 1952 pela Faculdade Nacional de Arquitetura no RJ (atual F.A.U . UFRJ). Criou a Móveis Artesanal Paranaense, a 1ª loja de arte e mobiliário moderno em Curitiba em sociedade com os irmãos Hauner (designers italianos). Em 1954, Sergio Rodrigues foi contratado para chefiar o setor de planejamento de interiores da Forma S.A., Móveis e Objetos de Arte em São Paulo. Desde então, Sergio iniciou sua pesquisas com desenhos de móveis de vanguarda. Porém, enfrentou obstáculos diante de uma produção que não estava completamente aberta às inovações. Apesar do desestímulo e da incompreensão com relação às suas propostas, Sergio permaneceu na Forma e, aproveitando sua permanência em São Paulo, manteve alguns contatos com Gregori Warchavchik e Lina Bo Bardi, que lhe foram muito estimulantes. Em fins de 1954, desligou-se da empresa. Sergio estava, realmente, alimentando a idéia de criar um espaço onde pudesse desenvolver uma linha de móveis genuinamente brasileira, do desenho ao material utilizado, em contraposição ao que se fazia na época. Diante disso, Sergio decidiu fundar uma loja de móveis para comercializar sua produção mergulhado intensamente na busca de nossas raízes culturais ao nível do móvel. Acompanhando a principal tônica da produção cultural brasileira do período, Sergio atribuiu ao novo empreendimento um nome que sintetizou suas motivações culturais e estéticas: Oca, cujo logotipo também desenhou, sociedade limitada, cujo fim principal era a divulgação do design e designers brasileiros ligados à área de equipamentos de interior, ambientação, cenografia, e etc, com a promoção de eventos culturais periódicos e exposições permanentes de design e obras de arte. Assim, em maio de 1955, foi inaugurada a primeira loja da Oca, à praça General Osório, Rio de Janeiro.
Sergio organizou a exposição Móveis como Objeto de Arte, e a poltrona Mole não foi nada bem recebida. Um ano após o lançamento, a Oca recebeu várias encomendas da poltrona, que foi ganhando seu lugar no mercado.
Criou linhas especiais de mobiliário para a Universidade de Brasília, para os ministérios, entidades financeiras, (Banco do Estado da Guanabara, Ipeg, etc...), associações comerciais e industriais, sede das Empresas Bloch no Rio de Janeiro. Instalou a loja Brazilian Interiors, em Carmel (U.S.A.) que expunha permanentemente modelos de sua criação.

Poltrona Mole - minha preferida


Cadeira Leve
read more